Não tenho certeza,
Talvez essa neblina seja fruto meu,
Da minha tristeza,
Daquilo que ninguém debateu.
A minha própria ignorância,
A minha mediocridade na penumbra
Enquanto há luz em abundância,
Eu grito que alguém me cubra.
A escuridão da pobreza,
Espírito desabitado e abstrato,
Que tanto se despreza,
É apenas um ser barato.