O chão parece cair, o rio lá embaixo parece banhar; todo este sacrifício de dor irá me lavar, pode até demorar, mas algum dia estarei pura.
Sinto como se eu fosse uma alma que abandona seu corpo, vago pela grama coberta de orvalho, o frio da madrugada, sento-me esperando o amanhecer do Sol, que irá me esquentar; e todos aqueles que nunca tiveram esperança em mim, bem, eles são só a terra em que eu piso, eles me dão o chão o qual eu uso para subir. Eis o patamar da inteligência, o patamar inalcançável, o patamar do bem-estar, a utopia humana.
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